sexta-feira, 22 de outubro de 2010

SINTRA DE SENTIDO ÚNICO!

Sintra tem um único significado! Subir. Começa-se a subir, e quando se pensa que não pode subir mais, lá temos outra subidita para animar o pessoal. O resultado prático foram 1160m de subida acumulada pois então! E desenganem-se aqueles que pensaram que reporiamos as energias com a bela da queijada ou o magnanime travesseiro. Nã! "sempre fidelis" à bela MINE, essa pérola energética! Salienta-se que à partida o grupo reuniu pela primeira vez 7 participantes, muito embora tenham chegado ao fim apenas 6! Elasse! podia ser pior, e sauda-se quem tenta mesmo sem preparação ou equipamento adequado. Foi mais uma passeata e peras...
Img 01 - O repouso dos guerreiros...
Img 02 - O GANG do pedal, Sintra 17 Out. 2010



Algés / Guincho a solo

A loucura do pedal leva-nos a sair da cama ao Domingo, e pedalar insanamente com ou sem companhia. Fica o registo de uma aventura a solo pela Marginal até ao Guincho onde parqueei a Bicla, não imitando outros, que chegados a este local, a atiram para a areia...e vão atrás!
Passeio de 2h30m com média de 20 e poucos Km's/h.

Praia do Guincho; 10 Outubro 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

"A Nossa Praia"



Estando ausente amanhã, fiz um passeio esta tarde pela paradisíaca e famosíssima Praia de Algés, "A Nossa Praia".
Ponto de encontro da grande maioria das nossas "aventuras".
Como tal aqui deixo uma "piquena" reportagem deste local. E como estava lindissímo hoje!!!
Quantas equipas têm o previlégio de poder partir semanalmente de um local como este?







terça-feira, 28 de setembro de 2010

BOMBA TOUR

Escrevo esta crónica em vésperas de mais um encontro, sobre o explosivo meeting do passado fim-de-semana. Aqui explosivo no sentido figurado por ser o circuito já nosso conhecido da Fábrica da Pólvora.
Foi o aprumo agendado para o “doce” Quente&Bom, no Alto de Stª Catarina, onde compareceram o Quim, o Júlio, o recruta António e o há algum tempo desaparecido Luís ainda envergando a “negra” da foto de grupo!
Malheureusement (como dizem os do tour) problemas mecânicos impediram-no de nos acompanhar – o travão de trás nem sequer afagava as pastilhas!
Ora como estes são essenciais para qualquer encontro dos Mineistas, que só querem descidas – independentemente do sentido em que são feitas – separámo-nos com objectivos diversos, nós descer à maluca pelo estádio nacional e o Luis rumo à Decathlon “sangrar” os travões!
Ora assim que entrámos no estádio, a volta sofre alterações porque o trilho que se ia descer, estava a ser utilizado por uma prova de BTT; em sentido inverso. Logo arrepiámos caminho e enfiámo-nos por trilhos paralelos, indo no entanto cair no percurso da prova, mas agora no sentido certo.
Depois foi o paredão até Caxias, onde já se montavam as barreiras para o dia “cem” carros, e em Paço de Arcos lá trepámos até à zona da área de serviço sobre a A5 onde transposta a dita fizemos um trilho sempre de sentido ascendente sob o comando do nosso presidente até junto de umas instalações militares algures por trás de Leceia, rumando depois para Barcarena e até á fábrica da Pólvora. Depois foi subir até Tercena onde parámos para o costumeiro reforço energético à base de malte e cevada, com direito a foto de grupo.
Depois foi subir (sempre a subir) até Queluz de baixo onde se tentou novo caminho seguindo até um depósito de água no meio de nenhures, e do qual descemos a toda a brida por um trilho de terra e pedra solta algo vertiginoso, saindo na estrada militar de Queijas, onde a meio descemos até Barcarena para apanhar a estrada bucólica e rural que nos despeja em Laveiras.
Depois foi a subida da penitenciária – onde o Júlio se portou estoicamente, fazendo-a sem pestanejar – seguindo-se o trilho que nos deixou no alto da Boa Viagem, onde decidimos incluir a turba que se deambulava pela marginal em dia sem carros.

Rapidamente percebemos que não era possível transitar entre tal desordem, e resolvemos regressar ( o António estava apertado de tempo) e foi aí que ao decidirmos subir da curva do Mónaco para o Alto da Boa Viagem, aparece um “cromo” de pé na bicla a passar pelo povo com um sorriso tolo na face!...”Porra” isso não podia ficar assim…e como não estava o Seabra; cheguei-me á frente e assumi o picanço, desatando a trepar como e não houvesse amanhã! Ele ainda esboçou um contra-ataque, mas a violência do arranque foi tal que só me alcançou no topo da subida, quando já circulava devagar a aguardar os restantes Mineistas!
Regresso ao estádio, onde ainda decorria o raio da prova, e onde recebi juntamente com o Júlio, berro de paragem de uma comissária de prova, mas que saiu mal pois só parámos em frente ao percurso, por sinal muito mal sinalizado, levando a uma inflamada troca de palavras entre o Júlio e a dita comissária, mediado pelo polícia de trânsito que se encontrava um pouco mais á frente.
Seguiu-se a subida para Linda-a-Velha onde terminou mais este meeting dominical. Feitas as contas cerca de 45Km e muitas subidas, que não sei como parecem ser sempre mais que as descidas!...Ele há coisas?!

O retrato real da coisa em:

http://www.gpsies.com/map.do?fileId=xdfxazmqzpnjxxlv

Linda-a-Velha, 25 Set. 10

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

MILK BIKE TEAM

É COM ALGUM ORGULHO QUE ANUNCIAMOS A CRIAÇÃO DA NOSSA SECÇÃO JUVENIL - O MILK BIKE TEAM - ONDE UM ELEMENTO QUE EM TEIMOSIA NÃO FICA ATRÁS DOS DEMAIS ELEMENTOS DESTA TORTULIA DO PEDAL, DÁ OS PRIMEIROS PASSOS; QUERO DIZER PEDALADAS NO SENTIDO ASCENDENTE DAS INUMERAS DESCIDAS POR NÓS EFECTUADAS. É POIS A EVOLUÇÃO NA CONTINUIDADE (JÁ OUVI ISTO EM QUALQUER LADO!?) DUM GRUPO QUE AUMENTA TODOS OS DIAS (QUANTO NÃO SEJA EM PESO!).



terça-feira, 14 de setembro de 2010

Tour AML

Sem grandes devaneios e delongas literárias aqui se avança com o regresso às lides ciclisticas de quem enverga o Jersey verde fluorescente do Mine Bike Team, sendo apenas de carpir a ausência do nosso Fernando Palma (o Tesoureiro).
Apenas, e deixo em aberto quem queira acrescentar “ipisódios”, o picanço dos “verdes” Seabra e Manços com uma equipa de ciclistas de estrada tipo “RABO BANK”, e com uma APE 50 da PIAGIO na sua cor azul original. Em ambos os casos apenas foram vencidos nas subidas, na primeira por falta de força pura e na segunda ajudada pelo ataque de riso.

De salientar a participação do proponente a membro da equipa e colega do Julio Correia, António, que gloriosamente se aguentou os 63Kms com 700 e muitos metros de acumulado de subida na sua RR 8XC, sendo que se tiver coragem para voltar a alinhar à partida, tem garantido o Jersey luminoso, não se podendo esquecer que a jóia será a estipulada e costumeira pelos restantes membros.
Segue-se a descrição rápida do tipo “local – símbolo” do percurso de Domingo.

Linda-a-Velha – Manços e Palma
Carnaxide – Testemunhas de Jeová
Queluz – Reis
Belas – Fofos
Caneças – Lavadeiras
Loures – Correio-Mor
A-das-Lebres – Garraiadas
Stº Antão do Tojal – HUMBERTO

Aqui deu-se o tradicional intervalo com o grande festival que foi a “tiradura” desta foto!



Sacavém – Louças (e derribamentos)
Expo – Oceanário
Stª Apolónia – Estação
Belém – Pasteis e Cavacos
Algés – Biodiversidade

P’rá semana há mais…

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Green Sea on the Bridge!


Depois da épica experiência que foi a minha participação no raid Alvalade – Porto Covo, e que espero repetir, abraçei as grandes causas humanitárias, e lá fui estoicamente participar no Lisboa Bike Tour! Perdão no agora World Bike Tour de Lisboa, que o fenómeno já é internacional!
Pensei eu (ingénuo), que participar numa passeata com mais 7499 Maneis e Marias, seria tarefa fácil, assim como assim tinha estado numa prova de alguma dureza com 1500 participantes!?
Erro crasso. Começou logo no meeting point, uma fila às 7H30m da madrugada junto à gare do Oriente, para uma prova que começaria às 10H30m. 15minutos para chegar junto do autocarro, e receber um “camelbag” devidamente patrocinado, a medalha de participação, e umas barras energéticas de cereais e morango, que rapidamente se transformariam numa pasta melosa e indiferenciada, colada à prata protectora!
Viagem de autocarro sobre a ponte Vasco da Gama, e “largada” dos furiosos na zona de meta em frente a um grupo de bicicletas em numero idêntico ao dos ocupantes do bus, mas que rapidamente foram “rapinadas”, ou trocadas; ou simplesmente adicionadas a outras semelhantes, mas de decoração diversa que satisfaziam melhor o gosto dos participantes.
Enfim este mar de gente truculenta, que foi ali não pela “causa”, não pela oportunidade única de percorrer a ponte, mas única e exclusivamente para levar uma bicla (quiçá duas) para casa!
Secámos (na acepção literal da palavra) até às 10h30m, pelos VIP’s que tinham as biclas nuns suportes “pipis” todas alinhadas e não ao molho como a restante populaça, que ao contrário destes tiveram de desembolsar 60 érios para estar no evento, e tiveram de escolher bem a bicla para não apanharem nenhuma com pneus furados ou esfoladelas na pintura!
Depois foi dada a partida, e depois…muito depois …começou-se a pedalar; enfim a tentar pedalar, porque, julgo eu alguns dos participantes nem de bicicleta sabiam andar, e foi o calvário com tipos a levarem duas biclas, outros a arrecadarem peças como selins ou rodas; uns que rodavam aleatoriamente em qualquer direcção, e outros que simplesmente não andavam, todos de verde; quais sapos ruidosos perdidos num imenso tabuleiro de alcatrão sobre o rio Tejo.

Só a subida para a zona mais elevada do tabuleiro, abriu brechas na muralha verde, que não estava na sua maioria habituada a tais andanças, e permitiu que o “je” pedalasse a uma velocidade decente, e chegar ao Pavilhão de Portugal quase atrás dos primeiros 1500 gajos que partiram, muito antes de eu começar a dar à “perna”!...
Basicamente o meu passeio começou depois de acabar o meeting, quando saí da Expo em direcção a Linda-a-Velha pela zona ribeirinha, para efectuar a rodagem da potente máquina, com mudanças de punho da magnífica marca coreana Shinmandu…Sempre foram uns belos 30Km’s a juntar aos 12 em para arranca de hora de ponta…